Dos corpos ali Deteriorados.
Ares que se suportam aos pecados humanos.
Pagamos em dose dupla.
Os olhos são comidos pelos insetos,
Ganância, onde?
Somos podres como um verme.
Dos olhares que ali se desviam,
Horrores diriam.
Olhos comendo olhos.
Órgão na previsão de serem petrificados.
Os que aqui vivem.
Dizem-se intacto da realidade.
Congelam seus corações, em potes de sorvetes.
Atiram sua alma para o diabo,
Pensando que podem ajudá-los.
O fim olha o nosso fim.
Os insetos comem nossos olhos.
Cadê a ganância humana?
O fim da nossa existência existe.
Nossas almas a deus entregam,
E aos insetos nossos olhos e órgão.
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