Vaga o vácuo da manha,
Nas neblinas dos meus olhos.
São as ultimas esperanças presente em meu coração.
Como os moceis na escuridão,
Pleno a vertigem da vida,
Minha insegurança ao amanhecer.
Lastima essa, que me deixa sem forças,
Intocada ao canto de agonia minha.
Não colhe as lágrimas o forte que sustenta,
Não chora o fim, insensível que se movimenta.
O fim da minha manha,
No inverno cinzento que se alenta,
Na cidade triste onde tudo se movimenta sem indiferença.
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