Tornando o indispensável, sua própria necessidade,
Tornando as alegrias, em inúmeras lagrimas...
Da luz esperança, para o negro das florestas.
Dos olhos de quem vê, para a boca de quem fala,
Dos dedos de quem ama para quem o mata.
Mudaram-se tudo, tudo aquilo que era para ser;
Os dias, as chuvas nesta estação,
Não há flores na minha primavera,
Nem frio em meio inverno...
Não há nada, nada que possa ser normal meu amor.
O caminho das rosas, daquelas vermelhas,
Foram destruídas, nasceram espinhos,
Nasceram cravos, nasceu dor meu amor!
A lua não vem me iluminar,
Nem o sol me levanta nos dias de desprestígio...
Foram-se tudo, tudo que aqui estava...
Não me levanto não me deito,
No macio das nuvens dos meus sonhos,
Nem no ar, nos céus de minha fantasia...
O dia está tão escuro amor,
Que me acostumei!
Se dissesse a ti que, não me acanha a solidão,
Nem tão pouco as mudanças existentes...
Não há nada amor, que possa desfazer,
Que possa mudar,
Tudo que está acontecendo...
Tudo se tornou escuro,
Sem esperança...
Está morrendo o que era vivo em mim!
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