segunda-feira, 6 de julho de 2015

White Island tem atividade permanente e cratera com lago de ácido sulfúrico. Última erupção foi em 2013; fumaça e enxofre cristalizado dominam paisagem.

Uma das paredes da ilha desabou há muitos anos, facilitando o acesso (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Ao longo do filme Interstelar, os personagens de Matthew McConaughey e Anne Hathaway desembarcam em dois planetas inóspitos buscando um novo lar para os humanos. Rochas, cores diferentes, fumaça pelo ar – a sensação de se estar fora da Terra é a mesma que passa pela cabeça do turista ao desembarcar na White Island, único vulcão permanentemente ativo da Nova Zelândia, no Pacífico Sul, com rochas amareladas cobertas de enxofre e um lago verde fosforescente de ácido sulfúrico.

O vulcão – que para os nativos maoris neozelandeses se chama Whakaari – fica a 50 km da costa da ilha norte do país. O passeio feito pelo G1 saiu de Rotorua (a cerca de 60 km do litoral), e começou com uma viagem de helicóptero de 30 minutos. No caminho, é possível ver os gêiseres e lagos borbulhantes comuns em Rotorua, além de antigas áreas vulcânicas que com suas erupções há milhares de anos moldaram a geografia da região.
Apesar de ser um dos vulcões ativos de mais fácil acesso no mundo – basta ter dinheiro para bancar a viagem de helicóptero ou encarar algumas horas de barco – a White Island é também uma das áreas de mais intensa atividade geotermal do país, o que não é pouco para a Nova Zelândia, que tem vulcões e gêiseres espalhados por boa partePrimeira visão da White Island já mostra a fumaça branca (Foto: Juliana Cardilli/G1) de seu território.

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