Dadas às sirenes da morte
Todos a partir de agora, pecamos,
Contra os anjos que nos criaram.
É incrível a nossa capacidade de pecar,
Buscar o que não poderíamos,
Olhar o fogo que ao longe queima.
Onde está o céu dos brancos, lucidez?
Destruímos a quem nos conduz.
Será que nossa alma inerte irá se purificar no ar?
As minhas lágrimas agora não são puras
Tens cor, liquido dolorido.
Dadas os castigos do céu
Fizemos tanto, e agora?
Acolhe-se a calmaria,
Ficamos então quietos e sós,
Esperando a salvação dos nossos pecados,
Salvação da nossa alma negra.
Pecamos pela divindade da nossa alma.
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