Na bruma servia o mesmo vulto,
Impossibilitado a surgir no fulgor da imagem.
Passando aragem, nas margens da cidade.
Onde há de vir, o crepúsculo solar,
Que outros não há, ao não ser o do ar.
Vaga na vastidão da cor doirada,
Pétalas ele viu, só que, jogadas.
Se mera é sua cor,
Negra será,
Mesmo a de dor,
Nas pupilas castigadas do amor.
É o velho a caminhar,
Que representa o meu terno olhar,
Honrando minha paisagem,
Que assim, se pude julgar.
Caminha devagar, na lentidão das folhas,
Vaga só sem pagar,
Sem influência de parar.
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