domingo, 31 de janeiro de 2010

Deixe-me!

Dispenso suas mãos, não preciso delas...
Dispenso teus olhares, que a mim me faz mal.
Não, os dias são tão bons, mesmo ao caos...
Eu não preciso de você, nem tão pouco da sua companhia...
Para quem ama a si, precisa-se silencio!
Aos compreensivos, entendam-me!
Quando se ama, o mundo está fechado para visitação...
Não nada mais, para os olhos dos interessados...
Eu preciso de mim, e a quem vejo...
Eu não preciso de você, nem tão pouco das suas mãos me apalpando!
Nem de seus cuidados, de seus olhares,
Nem de sua busca incessante ao que faço.
A quem se fecha,
O é em vão...
Poupe-me de ser,
Deixe-me só!

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