domingo, 31 de janeiro de 2010

Se tiveres que ir!


E se acaso vier partir,
Por falta de força,
Por falta de minha presença.
E se acaso vier esquecer tudo que vivemos,
Pela a minha frieza,
Pelo meu olhar tão opaco.
Antes de tudo,
Deixe de existir...
Se tiveres que ir,
Que vá ao longe,
E nem se torne miragem que volta com o tempo...
Partes assim, para sempre.
Eterno da mesma maneira que dizias que era nosso amor!
Se tiveres que ir,
Confesso-lhe que não contentarei as minhas lagrimas,
Que será o ultimo dia que acreditarei naquilo que se pode sentir,
Mas se tiveres que ir,
Será o ultimo momento que me veras,
E todas as lembranças serão jogadas,
Assim como coisas que supérfluas,
Sem direção será a sua vida sobre a minha.
Sua passagem será surreal
E se tens que ir,
Que vá logo,
Esqueça-me, meu nome não existirá,
Minha voz mortificará,
Nosso amor, eternamente reprimido!

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